A Pesca Esportiva (pegue e solte) nasceu nos Estados Unidos em 1971 e tem como lema “não mate sua captura”.

No Brasil ela só veio a ser praticada bem mais recentemente e para que essa ação não morra junto com os peixes é preciso que nos eduquemos tomando por base simples cuidados.

Essas regras são aplicadas para todos os tipos de pescaria seja no mar, rios e lagos ou pesqueiros (neste último deve ser indagado se há permissão).

A primeira observação depende do bom senso e necessidade do pescador e refere-se ao tamanho dos peixes: espécimes muito pequenos devem ser soltos para que cresçam e se reproduzam.

As demais, listadas a seguir, devem ser seguidas e praticadas habitualmente:

 
 

Tirar as farpas do anzol;
Não usar o chuveirinho e a garatéia em hipótese alguma;
Soltar o peixe imediatamente após a retirada da água;
Não deixar em superfície áspera e nem deixar o peixe se debatendo;
O peixe colocado no samburá não poderá ser solto;
Não soltar o peixe que estiver sangrando, nem com os olhos
  perfurados com anzol;
Não colocar a mão ou dedos nas guelras para soltar o peixe;
Evite usar alicates pega-peixes;
Use passaguás para retirá-los da água e nunca pise sobre o peixe
  para imobilizá-lo;
Sempre que possível, retire os anzóis e libere-o dentro da água
  mesmo. Isso previne a maioria dos danos;
Caso haja necessidade de colocá-los no chão, forre o piso com um
  pano úmido;
Molhe as mãos ou use sempre pano úmido para segurá-los e
  retirar anzóis; isso protegerá você e o peixe.

 
A última observação e talvez a mais importante é a que, caso aconteça algum fato que impeça o pescador de soltar o peixe ou não for possível levá-lo, jamais o solte para morrer. Além da perda, a qualidade da água será prejudicada. Leve-o até a direção do estabelecimento e informe as razões.
 

 

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